Porto de Galinhas

Porto de Galinhas

Porto de Galinhas ou Porto, 

Como é carinhosamente designada pelos seus moradores, é de fato um local muito especial!

Um distrito da não muito conhecida, Ipojuca, no litoral pernambucano!

Qualquer adjetivo elogioso é pouco pra essa delícia de “cidade”, proprietária das praias com a água mais quente que eu conheço, de uma beleza encantadora! Tudo lá é colorido, alegre, onde as Galinhas imperam! As placas indicativas, as mensagens que a gente topa a cada passo, regra geral, estão no formato de galinhas! Vive notoriamente do turismo,  que segundo me foi informado, há mais verão que qualquer outra estação!

Possui centenas de Pousadas, Hotéis, hostel e Resorts, assim sendo, cabem em todo tipo de bolso. Come-se muito bem, não tive decepção em nenhum dos restaurantes que experimentei.

Como ir?

Porto de Galinhas dista 60 km de Recife. Se vier de avião, no saguão encontrará muitas empresas oferecendo o traslado. Eu contratei ida e volta e fui muito bem atendida, inclusive, saímos de madrugada de Porto e a pessoa foi muito pontual, comunicando-se via Whats app, posicionando-se. Estávamos em quatro pessoas e pagamos R$200,00 para ambos os traslados. A pessoa que nos atendeu foi o Luiz Carlos, tel 81-987007967. Aceita cartões de crédito.

Quanto tempo ficar?

Mais uma vez, depende dos seus objetivos, mas, se quiser conhecer a cidade e fazer os principais passeios, 5 dias dão tranquilamente, porém, se for fazer passeios mais distantes, sugiro acrescentar mais dias.

Onde comer?

Como já disse, encontrei só bons restaurantes, com as mais diferentes culinárias, mas, sugiro um que adorei, Barraca, comida saborosa, pratos bem servidos com um toque muito especial, o que leva a pensar que seja dirigido por algum chef! De uma maneira geral, as “Comidorias” em Porto são muito boas. Não tenho nada a reclamar ou observar, até o “coentro” que não me agrada, não percebi nas comidas.

Quando ir?

No verão chove muito pouco no entanto, os preços ficam nas alturas. Estive na terceira dezena de março, passei uma semana e peguei só um dia de chuva, que mesmo assim, não impediu o aproveitamento, pois, havia períodos de estiagem no dia e pude conhecer todas as lojas do Porto.

Onde ficar?

Como gosto de andar a pé e do agito da cidade, prefiro sempre ficar perto do centro, mas, isso é muito pessoal, há quem prefira o sossego de um local afastado. A grande maioria das hospedagens são facilmente encontradas em sites especializados de hotéis e similar. Faço uso constante do http://www.booking.com.br. Por vezes, também dou uma olhada num site comparativo de preços, o https://www.trivago.com.br/.

Que passeios fazer?

  • Passeio de Buggy de ponta a ponta: é super fácil contratar o bugueiro, eles estão em toda cidade, mas, sugiro que atente para contratar os bugueiros cadastrados. Pode ser contratado também por alguma agência de turismo.  Eu fiz passeios pela Maracatur – Turismo Receptivo. Fui muito bem atendida.

São 5 praias que fazem a orla:

Praia de Muro Alto: mar muito calmo, com inúmeros resorts e hotéis.

Pontal do Cupe: fica entre a praia de Cupe e Muro Alto. Tem uma boa estrutura, apesar de ser muito pequena, há comércio variado, fotógrafos profissionais que trabalham nas piscinas naturais. Se tiver tempo, vale curtir a praia.

Praia de Maracaípe: boa para a prática do surf, mar mexido com ondas propícias para o esporte.

Pontal de Maracaípe: aí se dá o encontro de rio e mar.

Praia de Porto de Galinhas: é a mais badalada, com piscinas naturais, ótima infra estrutura para os visitantes. Suas águas límpidas, clara e morna, com poucas ondas, é ideal para quase todos. Eu curti muito e na mesma proporção adorei. Há bares e pousadas pé na areia. Regra geral esses estabelecimentos oferecem Wi-Fi, ducha e os preços acompanham as barracas de praia, que por sinal, é mais salgado que a água do mar!!! Se você quiser utilizar as cadeiras e guarda sol, “sem custo”, é preciso consumir pratos, só bebidas não lhe dá esse direito; a outra opção é pagar R$10,00 por cadeira e R$20,00 pelo sombreiro. As piscinas naturais são o ponto alto! Você pode ir de jangada ou por conta própria. Se optar pela segunda, há necessidade de retirar uma senha ou algo semelhante, num órgão da prefeitura, que limita um certo número de visitantes por dia e ir caminhando junto a um guia e outros turistas até as piscinas naturais. Segundo me informaram, tem restrição ao tempo de permanência nas piscinas. Não há custo. Se quiser ir de jangada, há um guichê da cooperativa de jangadeiros, na praia, onde você compra seu ingresso por R$30,00.

 

  • Calhetas

Praia pequena, separada por pedras o que faz com que seja duas em uma, com formato de coração! É bastante famosa no litoral pernambucano, situada no Cabo de Santo Agostinho. A praia de Calhetas é bem servida pelo restaurante do ARTUR. Antigamente havia uma tirolesa que levava a pessoa até o mar, por problemas técnicos (segundo pude apurar), agora está proibido, mas, existe sim uma tirolesa que vai do alto do morro até uma construção, conhecida como castelinho, que fica bem próximo da praia, pois, a mesma, só é acessada por uma bela descida a pé,  coisa que a gente observa melhor quando sai da praia para pegar o carro! Para se ir até Calhetas, por uma estrada não pavimentada, passa-se por um lugarejo onde havia anteriormente o convento das Carmelitas.  Hoje o que se pode observar é uma pequena igreja e ruínas e vale a visita.

 

  • Praia dos Carneiros Chega-se a essa praia, situada no município de Tamandaré, no litoral sul de Pernambuco, por meio de transporte térreo. Dista de Porto questão de 40 km. Contratei o passeio por intermédio de uma agência de turismo em Porto. em março de 2019 paguei R$60,00, com traslado de busca e entrega na pousada. O ponto alto da visita a Praia de Carneiros é a Igrejinha (Capela de São Benedito) de  que dista algumas poucas centenas de metros da praia. Eu fiz um passeio de catamarã  que passa por alguns locais interessantes, como a Praia de Guadalupe, famosa pela sua argila, que dizem ter propriedades curativas e afrodisíacas. Passamos também por um grande banco de areia em alto mar onde tivemos o privilégio de curtir as piscinas naturais. No barco havia um escorregador que propiciou bons mergulhos no mar. Há restaurante no barco e o tempo todo curtimos música  ao vivo com um cantor muito simpático. Achei a experiência muito válida.Há outras opções como ir com carro alugado ou transfer particular. Tem quem prefira ficar só na praia, que oferece boa infra estrutura de restaurantes. O mais conhecido é  Bora-Bora: esse é o maior onde a maior parte das pessoas ficam. Há área infantil, música e telão!
  • Recife e Olinda: Pela proximidade, há passeios de bate e volta saindo de Porto. Algumas pessoas do meu grupo optaram por ir e adoraram. Contrataram o passeio em uma dessas empresas de turismo e passaram o dia lá, voltando a Porto só no início da noite.
  • Hipocampo: situado em Porto de Galinhas, é um  museu onde Cavalo Marinho é a figura mais importante. Muito pequeno, muito mal cuidado e o valor que se paga, coisa de R$16,00 torna-se caro pelo que é oferecido. É um programa bem fraquinho!

Dicas:

  1. as piscinas naturais só são acessadas quando a maré está baixa, portanto, se possível, procure saber antes quando isso acontece para que possa aproveitar melhor seu passeio.
  2. se tiver, use aquele sapatos próprios para a água, desta forma é muito mais seguro e confortável para andar nas pedras dentro d’água.
  3. leve poucas roupas, visto que, a gente permanece quase que tempo total de maiôs, saídas e cangas, portanto, uma mala pequena atende bem suas necessidades.
  4. se puder, fique num local que tenha piscina, ela faz uma baita diferença quando voltamos da praia no final do dia e o calor ainda permanece.
  5. se for utilizar táxi, negocie antes o preço, pois, apesar de existir o taxímetro, nem todos usam e se não for acordado o preço anteriormente, você pode ter surpresas!
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